mustafa-rosemberg

Ah! Estou no abandono pela sorte,

Quantas vezes sorriu pra mim mostrando

O caminho seguro sem recorte,

Abrindo o leque do tempo cantando.

 

Em pânico já faz tempo sem norte,

De mim se apagou e fico relutando,

Alvoroçado sem rumo sem arte,

Nada me anima a fé debilitando.

 

Estes versos são, pois, arrenegados,

Não mais afloram as visões da terra,

Todos vetustos todos marginados.

 

Termina pra não mais voltar alegria,

Roxas fico fitando lá da serra

Entre arco Iris e grande nostalgia.

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