A cultura do “Faça você mesmo” ( no inglês DIY) ganhou força a partir do boom da internet na primeira década do século 21.

Com a difusão global das informações e ideias individuais – o que antes ficava menos evidente, já que as notícias e dados circulavam pelo mundo em blocos regidos pelo interesse do grande público – hoje podemos chegar rapidamente até a blogueira que mora no interior do Brasil e que produz seu próprio xampu vegano; seguimos no Instagram o marceneiro que usou a formação em design para construir, entre outras coisas, objetos com madeira achada no lixo; e temos nos nossos favoritos o site da médica que divide seu tempo entre dois hospitais e um artesanato cheio de funcionalidade. O que pode ser visto como passatempo para alguns acaba por se tornar um estilo de vida, e até mesmo uma ética, para outros.

A desconstrução do mito do profissional especialista como único capacitado a executar determinados projetos é um dos princípios mais fortes do Faça Você Mesmo: a ideia é que, com informação e os materiais adequados, todos se sintam capazes de produzir por conta própria. Uma busca rápida no Google pelo termo DIY, por exemplo, nos leva facilmente a um documento em inglês que ensina passo a passo a construir piscinas naturais no quintal de casa. Em termos de Brasil, um dos segmentos mais fortes são os blogues que ensinam noivos a produzirem na íntegra a própria festa de casamento, da decoração ao bufê, e que acumulam centenas de milhares de seguidores.

Acreditando nessa nova cultura, nós criamos em nosso Site uma sessão chamada “CRIE VOCÊ MESMO” e clicando no link (aqui) você encontrará diversos tutorais, receitas e projetos que garimpamos na web, que vão lhe inspirar a criar os seus próprios.

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