Câmara de Valença expõe fotografias de valorização da cultura local

exposição

O Trabalho do fotógrafo francês Richard Mas, radicado em Valença há 10 anos, ganha a exposição permanente ‘Nós Somos Valença’, que será aberta nesta tarde, 16 de fevereiro, a partir das 17 horas na Câmara Municipal de Vereadores, realizadora da exposição. A entrada é Franca.

De acordo com a Câmara de Vereadores a exposição “trata-se de um projeto da Casa Legislativa, com o intuito de valorizar a cultura local e seus atores, prestigiando o cidadão valenciano e suas tradições”.

Richard Mas

Sobre Richard

Richard Massala ou Richard Mas (nome artístico) é natural da França, nascido na cidade de Marseille no ano de1952, filho de Monique Ciardi e André Massala, tendo apenas uma irmã.

 

O interesse pela fotografia surgiu aos 14 anos. Com sensibilidade captou com suas lentes várias partes do mundo, desenvolvendo projetos e testemunhando sobre a condição humana e o meio ambiente, sendo um enviado da ONU para vários lugares do planeta.

 

Em Valença desde 2006, o fotógrafo vem desenvolvendo um trabalho de resgate da cultura local, tradições, das espécies vegetais, animais e marinhas e de seu povo. Richard em suas fotografias vem desnudando uma Valença até hoje não avistada pelo seu próprio povo. Com um olhar profundo e sensível Richard tem imortalizado imagens verdadeiras e emocionantes da cidade de Valença. Um olhar que somente um artista que tem nas lentes de sua câmera seu coração, poderia capturar.

 

Richard recebeu da Câmara de Vereadores, no dia 22 de dezembro de 2015, o Título de Cidadão Valenciano, que equipara a pessoa homenageada a uma adoção oficial. A pessoa agraciada passa a ser um irmão, um conterrâneo, uma pessoa da terra natal.

 

Sobre ser fotógrafo e sobre a fotografia, Richard define nessas palavras:

 

“Eu não estudei para ser fotógrafo, a fotografia me escolheu, a arte não se pode ensinar ela é sentida no todo ser como único. Há 40 anos que faço fotografias, as minhas câmeras são parte de meu corpo, não vivo sem elas, estão comigo a todo tempo. As lentes são apenas um meio de captar o que vejo com o coração, o que sinto na alma. Eu não faço fotos, eu registro o movimento do astral, cada registro é a imortalidade de um pequeno fragmento do que o universo me permite registrar. Eu vejo, eu sinto, eu respiro fotografia”.

 

 

 

 

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