dacio-monteiro

São cristalinos e incontestáveis, os momentos de turbulências gerados pelas crises econômica/política, com o rótulo administrativo do Partido dos Trabalhadores, sob liderança de seus principais caciques, ex-presidente e a atual gestora da nação, pelas razões dos escândalos que chocam e abalam a população brasileira, sem horizontes, contestando com justa veemência suas participações, em gigantescas concentrações coletivas.

Não é mais possível, tentar desviar o foco cristalino desta situação que, já compromete todos os segmentos do país, agonizando e paralisando as atividades essenciais da economia interna, refletindo angústias e mais sofrimentos na comunidade, sem falar nos previsíveis rompimentos articulados.

Surgem evidências, da participação do Ex-Presidente Lula, convocado para depoimento, conduzido pela Polícia Federal, provocando pequenos descontroles entre simpatizantes, o que pode agravar a ordem institucional pública, se avaliado pelo ângulo de populismo da figura, a caminho do espaço jurídico afeiçoado implacável do Moro.

Tudo paradoxal, em função da insatisfação genérica do eleitorado, neste instante se manifestando em enormes proporções nacionais; a jararaca assanhada (Definição do próprio), revela reações negativas, às acusações de ocultação patrimonial deliberada, iniciativa de crime contra a ordem econômica/financeira, até aqui ainda no campo das suspeitas.

Jamais a classe proletária, como é equivocadamente definida, privilegiada nos  2 (dois) mandatos da famosa serpente,  poderia esperar ou supor que, sua liderança maior, estaria integrado ao perverso e cruel esquema de desvios de conduta e recursos públicos, que infelicitam esse mesmo contingente.

A uma década atrás, aliados do sistema, consagrava-o como fenômeno político, mito/realista do sistema, naquela oportunidade colaborando decisivamente para a consolidação da democracia viva e autêntica da nação brasileira, transformando índices sociais excludentes, em evoluções populares, com enormes difusões internas e externas, promovendo uma verdadeira explosão consumista, consequentemente contemplando a economia.

Variações normais do processo político, patrocinador de  progressões, alegrias, tristezas e quedas. Vale inserir, o poder de aglutinação da massa, com protestos em contornos políticos de hoje e  atuais, não se concentrando apenas no foco PT e suas lideranças, é um contexto genérico, refletido com as mixórdias praticadas pelo conjunto eletivo.

Realidades, longe de qualquer sentimento de defesa ou blindagem, até porque, também compomos a cota dos peregrinos que sofrem nesta exata conjugação de aflições coletivas, produto das mentiradas e trapaças da turma ligada diretamente aos crimes praticados desde a operação Mensalão, estendida para as origens da lava jato.

Portanto, intempestivas situações de falcatruas, distúrbios, ceticismos, dificuldades inomináveis entre os mais fracos com a economia derretida, não podem e não devem receber simpatias e amparos, daqueles que, do alto de suas consciências livres, possam contribuir de alguma forma, para promover alternâncias nos poderes.

Instantes que revelam urgências para mudanças nos quadros políticos não só na gestão federal, mais na contextualização de estados e municípios, com destaques, nos que estão liderados pela podridão petista, responsável verdadeiro e direto, por situações confortáveis, bem como pelo quadro caótico do povo e nação, neste momento de conturbações duradouras.

Revelações de vontades e desejos populares, nas manifestações vibrantes  e democráticas da massa, intrigada, injuriada e revoltada com o modelo vulnerável/inseguro/desordenado, da Presidente Dilma, prudente é salientar que, visivelmente padecente de sustentabilidades em todas as vertentes da sociedade organizada, a própria gestão, inviabiliza sua  permanência na função, agora com viabilidades de parceria, com o autointitulado, Jararaca Inácio da Silva.

Colisões nesta fase, com bastante repúdio, se acotovelaram nas ruas e praças do país inteiro, pedindo afastamento imediato e prisão. São vozes das ruas, que devem ser avaliadas com profunda sensibilidade, visto que, as incompatibilidades são seletivas ao quadro político nacional, hoje liderado pelo Partido dos Trabalhadores.

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