carlos-magno

Desde a invenção da agricultura, a maior de todas as invenções humanas, ao lado da invenção da roda, do fogo e da escrita – depois, inventaram o celular- pois desde os tempos do início, o Homem cultiva flores.

Flores nas janelas. Flores nos pequenos jardins e nos grandes. Flores nas praças. Flores como atração turística. Flores cultivadas em escala que chegam à escala das grandes plantações. Flores para exportação. Flores para o mercado interno. Flores que dão emprego, geram renda e desenvolvimento. A Colômbia cultivas as rosas mais extraordinárias do mundo. Caríssimas. Belíssimas. As tulipas holandesas, conhecidas, caras e riqueza na Holanda. Barbacena, em Minas Gerais, vive do cultivo de flores. Empresários holandeses iniciaram a atividade por lá e, hoje, a cidade é um polo de desenvolvimento economicamente importante. No Ceará, no sertão, em um microclima especial, estão plantando rosas que se rivalizam com as colombianas. A geografia econômica está mudando. Há geração de emprego e renda naquela parte do interior do Ceará, onde as flores dão perfume e desenvolvimento.

Recentemente, em São Paulo, no interior, não sei se em São José dos Campos, uma construtora, para evitar que se jogassem entulhos em um terreno próximo a uma de suas obras, preparou o local e plantou girassóis. Quando as plantas vieram, houve um interesse muito grande da população e aquele inusitado jardim se transformou em atração turística. São famílias passeando e fotografando. Selfies com o amarelo das flores ao fundo.

Giverny, charmosa cidadezinha próxima a Paris, é famosa. Muito famosa. Vive do turismo. É a cidade onde morou o pintor impressionista Monet. Os jardins de Monet rendem à Giverny e à França, milhares de dólares ao ano. Jardins exuberantes na primavera. São belos no outono. São intimistas no inverno. São frescos no verão. Jardins visitados o ano todo, por milhares de turistas.

As flores. Elas encantam a nós, seres comuns. Encantam poetas, escritores, compositores e cantores. Quem nunca ouviu Nana Caymmi cantar: “Nada como ser rosa na vida…”? E por que, se já é outono, escreve e canta o bardo sobre os jardins e as flores?

Respondo: para não falar no que está acontecendo ao Brasil.

PT. Saudações

Se gostou, compartilhe...Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.