Dácio Monteiro-Verbete

 

Originalmente simbolizada Deusa Romana Vênus, cultuada por variadas correntes doutrinárias de fanáticos seguidores, escudo de magias em cerimoniais que representam o domínio do espírito sobre a água, a terra, o fogo e ar, elementos que a natureza concentra, considerada talismã de influência pura, conhecida também na linguagem geométrica como “Pentagrama”, emblemático sentido inspirador do infinito.

Centrada em múltiplas relações, sob a égide do número 5, expressão metafísica nos abalos provocados por desigualdades, promovendo elos sociais fecundos, entre seres humanos com diferentes comportamentos, caracterizando formas revendo e retroagindo a conflitos/choques em ambientes hostis, proeminentes ciclos onde a inteligência se sobrepõe aos instintos, profunda conjugação entre os Deuses.

Racionalidades em debates, avaliam que braços, pernas, e cabeça sintonizados via corrente sanguínea até as 5 pontas no interior corporal, manifestam reações pelas ondas sonoras do efetivo psíquico do ser humano, refletindo exterioridades cognitivas, capazes de inverter fluxos monofásicos em alternados.

Nas profundezas encantadoras da nação brasileira nasceu cintilante estrela, neste sequente contexto com 4 pontas, surgiu brilhante e luminosa, focalizou futuros de glórias, mas ofuscou os princípios pelas práticas duvidosas da organização viciada, ferindo os conjuntos basilares da ordem institucional pública da nação, reprimindo um facho de luz com  intensa nitidez, no limiar de seus movimentos.

Nos primeiros sinais de claridade, realçados pelo astro com luz própria, que naquela oportunidade revelava vibrações, conduziu todo sistema de equilíbrio socioeconômico e financeiro do país às trevas, maculando opções para milhões de brasileiros, vítimas da escuridão lançada por militantes facciosos da ORCRIM – Organização Criminosa, foco da estrela.

Articulações no sentido de tornar o Brasil polo de modelos bolivarianos, na época em que nosso espaço interno garantia progressões, o espírito autocrata com reflexos em projetos similares a dinastias, ilustravam preceitos estruturais de comando, voltados a eternizar elementos nocivos na base gestora do país, ideias passivas de remover ditaduras perecidas.

O povo, com alto poder de percepção, que começa a emergir dos afogamentos, assumiu compromissos com o estado democrático de direito, respondendo com mobilizações circulares em toda nação, afinadas com anseios, apoiando a operação lava jato, impondo o fora Dilma, ressonantes nas raízes da terra arrasada facilitando punições.

Estruturas sustentáveis ruídas, do conjunto petista até então imbatíveis, por razões óbvias de boas performances nos pleitos, formou presidentes da república em 04 (Quatro) eleições sucessivas, afastando vontades para que outras facções políticas pudessem respirar ares oxigenados de poder na pátria brasileira.

Geometricamente adaptada às versões das doutrinas difundidas pelo mundo, a estrela de 5 pontas (Pentagrama), não conseguiu projetar seus fundamentos para os padrões internos deste território, ou a estrutura partidária não dedicou valores à causa, promovendo naufrágio na embarcação, por razões das turbulências implacáveis impostas à sigla, agora totalmente submersa.

As evoluções sociais, vão continuar punindo aqueles que vias sinuosas, pretendem rever fracassos comprovados na vida privada, aproveitando momentos que o poder contempla para saqueá-lo. Cadeia neles.

*Publicado na edição impressa nº 598, do jornal Valença Agora.

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