Em sessão que começa na manhã dessa quarta (11), deverá ser aberto o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, afastando-a do cargo. A decisão precisa dos votos da maioria simples dos presentes.

O afastamento, que tem o prazo máximo de 180 dias e a previsão é que o Senado julgue-a pelas pedaladas fiscais e créditos orçamentários sem autorização.

O vice-presidente Michel Temer assumirá, assim que for divulgada a decisão. Enquanto isso, seus aliados pressionam pela saída do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), que é visto como não confiável para o encaminhamento de sua agenda congressual e que tentou, sem sucesso, anular a votação do impeachment pelo plenário.

O governo, através de um recurso ao Supremo, tentou até a noite de ontem (terça-feira), impedir a sessão e Dilma deverá ser a segunda presidente afastada para ser julgada politicamente pela acusação de crime de responsabilidade desde a redemocratização, repetindo o ex-presidente Fernando Collor em 1992, hoje senador pelo PTC-AL.

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