carlos-magno

Sonhos da altura das catedrais. Sonho. Utopia. Sem sonhos o quê a vida seria? Uma noite, um sonho. No dia seguinte, a realização. Vi uma reportagem com o arquiteto Rui Ohtake e ele afirmou que deixava um caderninho à cabeceira da cama. Quando sonhava, ele acordava. Ia ao caderno e rabiscava o que vira no sonho. No outro dia, ele se levantava e corria para a prancheta e desenvolvia o desenho. Um grande arquiteto com obras belíssimas no Brasil e no mundo.

Em 1913, o dinamarquês especialista em Física Quântica, Niels  Bhor estabeleceu o modelo do átomo como sendo semelhante ao que se vê com os planetas e seus satélites gravitando em volta do núcleo-sol.  O átomo seria composto de um núcleo rodeado de elétrons,  distribuídos em órbitas. O genial cientista perseguia a ideia de construir algum modelo que pudesse demonstrar tal conceito. Pois ele dormia e sonhou que estava imerso em um turbilhão de luzes, tudo em frenéticos movimentos em uma incrível velocidade. Ele viu, no sonho, que as luzes giravam em torno de um centro. Bohr viu-se dentro daquele colosso de energia.  Acordou e ainda tremendo desenhou o que viu. Criou o modelo do átomo.

Pois os sonhos são relâmpagos que nos vêm da subconsciência que o tempo todo fica trabalhando em encontrar respostas aos nossos anseios. Porém, assim como na oração, os sonhos para serem realizados necessitam de ação.

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