Um certo juiz, em um júri popular, após uma tumultuada seção, resolve condenar o réu de maneira que não expusesse sua dignidade. Pede silêncio e grita em bom tom: vou colocar o destino desse réu nas mãos de Deus; vou pegar um pedaço de papel e escrever: eu absolvo e no outro vou escrever: eu condeno. Ele próprio vai escolher seu destino. Só que sorrateiramente escreveu nos dois papeis, eu condeno e pensou: assim que ele escolher escondo o outro papel. O réu escolheu e imediatamente mastigou o papel e engoliu dizendo: Meu Deus é bom, meu Deus é justo, eu vou ser absolvido. O advogado rapidamente pegou o outro papel e disse: nesse tá escrito eu condeno então o que ele engoliu foi o que vossa excelência escreveu, eu absolvo. Portanto, senhores, considero meu cliente absolvido!… O juiz desconcertado permaneceu em silêncio enquanto a plateia aplaudia.

Nunca duvide do poder de Deus! …, pense nisso.

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