Anjelina Nadai Lohalith, está entre os dez nomes selecionados para disputar a Olimpíada do Rio sob a bandeira dos refugiados, tem dois objetivos para os jogos. O primeiro é garantir um bom resultado nos 1.500 metros, o segundo é, com os bons resultados de sua performance, ganhar dinheiro com prêmios e patrocinadores para poder ajudar aos pais com quem não fala há 15 anos.

“Nunca mais me comuniquei com eles. Se eu tiver sucesso, devo ganhar algum dinheiro para melhorar a vida da minha família. Meu sonho é só ajudar meus pais a construírem uma casa melhor”, contou Anjelina à organização da Olimpíada do Rio. 

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