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Os efeitos artísticos, produzidos pelas peças petistas, em cartazno cenário político interno a mais de uma década, exibindo versões temáticas associadas a desenvolvimento sustentável, a exemplo da educação, que prosperou, flexibilizando acessos para o ensino superior, porém, mantendo os níveis de capacitação docente, distantes e afastados dos conceitos genéricos das evoluções didáticas que o segmento impõe.

Muitos dos nossos irmãos brasileiros, se encantam com os meios criados e pulverizados à classe, apesar das turbulências da antiga gestão neste setor, a popularização rumo à luz científica criada, causou enormes impactos sociais, com empresas da área, explodindo financeiramente com as mudanças, levando aos menos contemplados, oportunidades de frequentar faculdades pelo país afora, em razão da abertura nos investimentos públicos para financiar sonhos.

Por estas vertentes de avanços coletivos, a organização partidária ligada ao petismo, se destacou, pulverizando recursos, capacitando nossa gente e sacudindo parte da economia, que passou a conviver com geração efetiva de renda, escorada nos primórdios de que, pelas vias indiscutíveis da educação, os caminhos se encurtam e se abrem.

Linhas pedagógicas em progressões e a economia com fôlego naquela oportunidade, a nação respirava com fluência, a essência da prosperidade, que duraram 08 (oito) anos, facilitando indicação da então Ministra das Minas Energia, Sra. Dilma Rousseff, para sucessora à Presidência da República do Brasil, eleita sem dificuldade, pelo trabalho montado pelo seu antecessor.

Gestões conclusas, assume o país, a nova gestora, amparada ainda pela mesma base parlamentar de governo, que lentamente foi se desgastando e se expondo em divergências políticas, mas mesmo assim, chegou ao segundo mandato, já ofegante por maus resultados e desobediência segundo analistas, aos ditames constitucionais, tombando diante do impeachment, para muitos um golpe, com origens políticas revanchistas.

Governo transitório se instala, recebendo uma nação recessiva, transfigurada nas finanças e economicamente flexível às necessidades do básico, (fluxo incompatível de caixa), revelando enorme bagunça e desorganização, além de mergulhado em uma maré de corrupções inomináveis, produzidas por empreiteiros, aliados a deputados federais, senadores e as maiores autoridades deste imenso território. Violentos ataques ao povo e nação.

Um verdadeiro massacre aos cofres públicos, degenerando todos os princípios fundamentais ao funcionamento saudável do ordenamento econômico/financeiro, penalizando e arruinando a população, que agonizante e arquejante, sofre com os intoleráveis e absurdos valores pecuniários subtraídos, para irrigar falsos status eletivos, sob a chancela do erário público surrupiado.

Sinais de recuperação com novas metas, começam aflorar, em um campo mais apropriado para economias recessivas, em países com dificuldades sócio/política/econômicas/financeiras, evitando desigualdades bem como indicações eleitoreiras, prejudicando pessoas dotadas de conhecimentos e preparadas para assumir funções destacadas em estatais, refúgio imoral dos afilhados do sistema fraudulento e transgressor.

Agora é Lei de responsabilidade penal, admitir pessoal não qualificado, para liderar postos de relevância nas empresas do governo, o que evitará barganhas por votos, eliminando na raiz, viabilidades para escândalos milionários dos recursos públicos, compactando de alguma forma a integridade financeira das organizações, promovendo direito de justiça, com aqueles sacrificados e premiados pelos estudos.

Medidas de tampão e remendos fiscais de curto prazo, retratos fiéis da ineficiência, já perdem espaços para estruturas sedimentadas de longo prazo e duráveis, com reflexos impactantes de transparências financeiras, capazes de detectar inconsistências nos processos de controles em tempo hábil, até então banalizados e enxovalhados.

Outra importante decisão, parametrização dos gastos do governo e dos estados da federação; uma fonte inesgotável de abusos com o dinheiro do povo. Suas Excias; Srs. Governadores, soberanos e intocáveis, terão limites para despesas; são medidas que se funcionarem, poderão flexibilizar apurações e punições aos responsáveis pelos excessos, se não houver reações, saudades e protestos.

São tons sonoros aos mercados e alertas gerais aos gastadores compulsivos e implacáveis, que serão monitorados pela nova equipe do recém empossado, HM da fazenda, que demonstra profundo conhecimento de causa, na condução econômica do estado/nação; caberá ao tempo e ao desempenho dos figurantes ativos do projeto, o sucesso das mudanças. O foco ortodoxo, deverá compatibilizar receitas/despesas, caso não haja atropelos.

Vislumbrando-se pelo ângulo natural da largada do atual comando geral do país, transmite sintomatologias de confiança e equilíbrios no trato da causa pública com mais nitidez, segurança e eficiência, é o que todos os brasileiros esperam com enormes ansiedades.

 

Dácio Monteiro

daciomonteiro@yahoo.com.br

Bacharel Pós Graduado Ciências Contábeis

Taperoá-Ba, 26 Junho 2017.

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