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Eis que, as lambanças do sistema político brasileiro, concorrente ativo de confrontos, transformados em crises, atendem também o segmento da mídia, que colocando as emoções do conturbado script em destaque, cumpre seu fiel papel da divulgação; o poder, sob a lente volátil de perdidas ilusões consensuais, segue complicando vias para entendimentos e tumultuando os caminhos da sociedade.

Torna-se constrangedor, remover escombros acumulados da gestão passada, combinada com a estrutura política contaminada, embora com alguns méritos remotos, vivendo turbulências que destroem o que deveria ser ares de estabilidades institucionais, a considerar nação contemplada de capacidade infelizmente desgastada.

Limiar de novo mandato, concebido pela maioria dos brasileiros, ainda encantados com o petismo, apostaram na sequência para a mesma autoridade, o que fez restar decepções, angústias e sofrimentos, pelas razões óbvias da depressão econômica e fragilidades diante das grandes dificuldades criadas, com raízes frondosas nas ilicitudes.

Práticas desastradas, articuladas por autoridades da república, aliadas a executivos das maiores empreiteira da construção civil deste país.

O propinoduto, subsidiado para atacar meios de acesso à vida digna dos habitantes mais humildes deste território e detonar o sistema financeiro nacional, agora com sinais cristalinos de exaustão, provocando dificuldades enormes, para manutenção do básico, ligado pelo cordão umbilical das carências coletivas das massas.

São viabilidades permanentes, nos ambientes em que os fluxos financeiros, apresentam contundências degenerativas sistêmicas, carregando a reboque a infraestrutura, rumo a recessão incongruente de um conjunto já esfacelado.

Os parâmetros previsíveis da decência, credibilidade e moralidade pública, no trato com os recursos do povo e conduzido esses elementos, a uma plataforma segura contra as vulnerabilidades operacionais dos focos imorais das falcatruas, haverá sempre vestígios para uma economia voltada para a recuperação de seus ativos, marginalizados pela corrupção.

Por este ângulo de racionalidades, inclinadas para a gravidade do instante, remetem-nos alertar com equilíbrio e moderação, para as vias necessárias da contenção de custos e despesas, com destaque para supérfluos, pelo que assumimos os riscos que tenhamos de conviver, em meio a análises populares com estigma de fatalista. Direito inalienável de julgamento das pessoas.

As inconsequências, caminham além do socioeconômico e financeiro, são também políticas que só arruínam este flagelo, criado com foco para posições de projetos de poder, dissociados da legenda popular das enormes carências das pessoas, que nas eleições, se tornam produtos autênticos de massas de manobras, com visão cristalina para crueldades e desigualdades futuras.

Os choques, que a nação espoliada e espancada assiste através de imagens e informações, entre (Executivo/Legislativo), refletem a dimensão dos nossos alertas nesta matéria e outras passadas.

Para aqueles que, habitam este solo, sob o amparo e blindagem dos satélites dos poderes, que se acham e tentam dominar até a alma dos fracos e carentes, crises são meras situações temporais de desequilíbrios, passivas de correções.

Sintetizando; não estão nem ai para os que votam e sofrem. Assim sendo, preocupações com os eleitores, não compõem o palatável cardápio das supostas autoridades, comprometidas com a seriedade das questões dos munícipes.

Dácio Monteiro

daciomonteiro@yahoo.com.br

Bacharel Pós Graduado Ciências Contábeis

Taperoá, 26 Janeiro 2016.

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